Bike Fit

Finalmente fiz o bike fit e recomendo para todos! 🙂

(Foto: Bike aos Pedaços)

Essa é uma afirmação que ouvi muito de quem fez o bike fit e mesmo assim demorei mais tempo do que devia, (se é que existe algum prazo, mas recomendo o mais breve possível) e após fazer o mesmo, ando repeditindo para todos que vale muito fazer!
Após pedalar cheio de fios e analizar todos os gráficos encontramos os pontos de melhorias. No meu caso, estava muito para trás na bike, assim a distribuição de peso era maior na roda traseira, o que fazia a bike empinar facilmente nas subidas mais íngremes. Estar para trás em relação ao movimento central me obrigava a pedalar com um ângulo de pernas maior que o recomendado, assim eu não estava aproveitando bem a força feita no pedal. Além disso o selim estava estreito para minhas medidas, assim estava sentido dormência na região pública já nos primeiros 40 minutos de pedal. Os tacos na sapatilha estavam numa posição que forçavam demais as panturrilhas.

Baseado no quadro que uso, a solução foi, trocar a mesa por uma 10mm mais longa, colocar a mesa com ângulo positivo, chegar o selim para frente em 20mm, assim tive que trocar o canote, mover os tacos das sapatilhas 5mm para trás e ainda aproveitamos para alterar a posição dos trocadores de marcha e freios.

Em resumo, fiquei mais centrado na bike, distribuindo melhor o peso nas rodas, o que me proporcionou mais estabilidade nas subidas e pasmem nas descidas também. Chegar o selim para frente e os tacos para trás me colocou mais encima do movimento central e assim a força das pernas na pedalada esta mais bem aproveitada, melhorando meu rendimento na bike. Troquei o selim por um adequado às medidas dos meus isquios e a dormência parou. A nova posição dos trocadores de marcha e dos freios proporcionou mais conforto em pedalas longas.

(Foto: Bike aos Pedaços)

Fica a dica, bike fit já! 🙂

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