Benefícios que você deve saber sobre a Corda Naval

Diversificar as atividades e oferecer opções que fujam da malhação tradicional são quase obrigações dentro das academias. Tudo para fidelizar alunos, que estão cada vez menos dispostos a se dedicar a práticas repetitivas e sem dinamismo. Como parte dessa tendência, os treinamentos funcionais viraram uma verdadeira febre e introduziram vários exercícios aeróbicos e musculares simples e efetivos, com a vantagem de permitir adequações e possibilidades diversas de execução. Resultado: nada de monotonia.

Um exemplo é a corda naval, que tem a versatilidade de ser usada em circuitos funcionais, mas também na preparação de atletas das artes marciais, tênis e até motocross, ou mesmo isoladamente, em aulas dedicadas exclusivamente à prática. Tudo isso porque, além de trabalhar grupos musculares do corpo inteiro, desenvolve uma grande força na pegada – importante para esportes como artes marciais e tênis –, equilíbrio, resistência muscular e capacidade cardiovascular. “Além de coordenação, agilidade e força”

corda naval

O equipamento se resume a uma corda de nove a 15 metros de comprimento e espessura de três a cinco centímetros. As duas extremidades da corda são seguradas pelo aluno, enquanto um poste ou uma pilastra dão o apoio necessário para as atividades. A partir daí, o que não faltam são opções de movimentos. “Podem ser diagonais, altos, baixos, verticais, horizontais, acompanhados de agachamentos. Em geral, os movimentos são ondulatórios, com alto nível de intensidade e realizados de forma constante, o que pode gerar um gasto calórico de até 600 calorias por aula.

A série de exercícios vai variar de acordo com os objetivos a serem atingidos pelo praticante. “Depende da característica da aula e de como o profissional vai conduzi-la. A luta, por exemplo, exige um trabalho de força, por isso, na hora de montar a aula, o professor vai privilegiar movimentos que priorizem as exigências dessa atividade”.

Quanto mais longa e mais espessa, maior é o peso da corda e, consequentemente, maiores serão os estímulos musculares durante o treino. “É um trabalho de explosão muito grande e quanto mais comprida maior será a necessidade de força explosiva para controlar os movimentos. Além de braços, costas e abdome, pélvis, coluna e pernas são acionadas durante a execução dos movimentos ondulatórios. “É um trabalho integrado. O quadril e até o glúteo.

Um grande abraço e até a próxima,
Professor Eduardo Prosdocimi
CREF 044742- G/RJ
Email : eduardoprosdocimi@gmail.com
Tel : 21-96490-3393

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