12º episódio foi ao ar nesta sexta-feira no canal do YouTube do atleta
A Serra do Corvo Branco, localizada entre Urubici e Grão Pará, em Santa Catarina, foi o cenário escolhido para encerrar o projeto Expedições com Henrique Avancini, que acompanhou o ciclista brasileiro em 12 desafios ao longo do ano. O episódio final, lançado nesta sexta-feira (13), mostra a ascensão ao pico de 1.470 metros, em um trecho de 57 km marcado por subidas intensas e paisagens de tirar o fôlego.
Avancini esteve mais uma vez ao lado dos amigos e ícones do ciclismo brasileiro Márcio May e Gustavo Maninho, que já haviam participado das expedições anteriores pelas Serras da Rocinha e do Rio do Rastro. O trio enfrentou as condições desafiadoras do percurso, marcado por terrenos irregulares e mudanças climáticas imprevisíveis.
“A Serra do Corvo Branco é uma subida emblemática e fecha a sequência das três principais montanhas daquela região. A parte final é extremamente dura, prejudicada pelas intempéries do clima, mas o visual recompensa: um corte em pedra de 90 metros de altura, algo imponente e único”, descreveu Avancini.
Uma jornada de superação e inspiração
Lançado como um projeto pessoal, Expedições com Henrique Avancini nasceu com o objetivo de explorar locais icônicos e pouco conhecidos do Brasil. Assim incentivando os amantes da bike a se desafiarem e descobrirem novas rotas. Para Avancini, a iniciativa foi mais do que uma série de aventuras. Foi uma forma de manter a conexão com o esporte e a comunidade ciclística após anos de carreira profissional.
“O retorno das pessoas me surpreendeu muito positivamente. Muitos relataram que visitaram locais mostrados no programa ou se inspiraram para explorar lugares novos. Esse sempre foi meu objetivo: motivar a comunidade a buscar desafios e criar histórias de aventura e descoberta através do ciclismo”, destacou o atleta.
Um legado para o ciclismo brasileiro
Além de registrar tempos de referência nas montanhas desbravadas, Avancini ressalta o valor simbólico das expedições.
“Foi extremamente prazeroso. Eu me mantive ativo na bike, mas sem a pressão das competições. Pude viver um ano como ciclista amador e entusiasta, algo muito gratificante.”
Confira o episódio final do projeto
Acompanhe a atividade no Strava.
Foto divulgação
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