Tembici lança serviço de bicicletas elétricas compartilhadas no Rio

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Tembici – A partir do próximo sábado, 26, a empresa coloca nas ruas do Rio de Janeiro suas primeiras bicicletas elétricas compartilhadas.

“É com um imenso prazer que anuncio na Semana da Mobilidade o lançamento do maior projeto de bicicletas elétricas com sistema de estações fixas da América Latina.”

“Para continuar incentivando o uso da bicicleta, inicialmente, escolhemos a cidade do Rio de Janeiro – praça com maior número de viagens diárias – para iniciar o piloto e que se dará de forma gradual, tendo até o final de outubro 500 bicicletas circulando pela cidade.”

“Por contribuir para que o ciclista faça menos esforço durante os trajetos, as bicicletas elétricas facilitarão os deslocamentos. Fazendo com que distâncias maiores tornem-se percorridas em diferentes relevos dentro da cidade.”

“Esse é um importante passo para o futuro da mobilidade urbana na América Latina e reforçará ainda mais a importância e eficiência das bikes dentro das cidades.” Por fim comentou, Tomás Martins, Cofundador e Presidente da Tembici.

Como funcionam as e-bikes

As bicicletas elétricas da Tembici possuem um motor que dá assistência ao ciclista enquanto ele pedala, o que o permite percorrer distancias maiores com o mesmo esforço físico. A companhia estima que o raio percorrido com a bike elétrica seja de sete a oito quilômetros. Por conta disso, segundo a empresa, os clientes estariam propensos a usar o modal até 50% mais do que a bicicleta tradicional.

Para garantir carga a todas as 500 bikes, a empresa precisará pagar uma equipe para recolhê-las e recarregá-las durante a noite. “Elas possuem uma autonomia de mais de 60 quilômetros por carga, vão atender bem a demanda. Caso descarreguem, o ciclista consegue pedalar normalmente”, diz Tomás Martins.

Contudo a logística envolvida para recarregar as bicicletas pode custar caro para o negócio. Dessa maneira, no futuro, o plano da Tembici é colocar carregadores nas próprias estações onde o usuário deixa as bicicletas, para que elas carreguem entre cada uso automaticamente.

Em relação ao custo para o cliente final, a empresa afirma ter se preocupado em chegar a uma tarifa acessível por viagem. A cada 15 minutos de uso, serão cobrados três reais dos usuários. Para os assinantes do plano mensal e anual da Tembici, haverá tarifas menores. Ainda assim, o trajeto com o modal custa mais caro que com a bicicleta compartilhada convencional, cuja viagem avulsa de trinta minutos sai por 4,30 reais em São Paulo.

No momento de lançamento

Agora, no entanto, o foco é em como os usuários vão aderir ao novo produto. Segundo Martins, quando Nova York e Barcelona receberam serviços de comparitlhamento de bicicletas elétricas, elas foram utilizadas até três vezes mais do que as convencionais. Ele torce para que o mesmo efeito ocorra no Brasil.

Os desafios do lançamento, segundo o presidente, são em relação a dois pontos: segurança e vandalismo. Primeiro, ele quer garantir que todos os usuários do produto estejam seguros enquanto estiverem pedalando. Para isso, a empresa disponibilizou um guia sobre a bike elétrica no app e também limitou a velocidade do produto a 25 km/h.

O segundo ponto de atenção para a Tembici é em relação a possível depredação das bicicletas nas cidades. Para coibir isso, a empresa instalou um GPS em todas as suas bikes. No modelo tradicional, menos de 0,5% das bicicletas são danificadas. A torcida é para que as elétricas mantenham a mesma taxa.

Assim mais informações no site.

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