Mundial de Paraciclismo: Brasil conquista três bronzes no TT

Jéssica Ferreira, Victoria Barbosa e Lauro Chaman colocaram o Brasil no pódio em Huntsville; seleção agora mira as provas de resistência.

O Brasil terminou os contrarrelógios do Mundial de Paraciclismo 2026 com três medalhas de bronze em Huntsville, no Alabama, nos Estados Unidos. Jéssica Ferreira, Victoria Barbosa e Lauro Chaman garantiram os pódios brasileiros entre sexta-feira e sábado.

A sequência começou com Jéssica na sexta-feira, 4 de setembro, e continuou no sábado, 5, com Victoria e Lauro. Com isso, o Brasil chegou a três medalhas no campeonato antes do início das provas de resistência.

Jéssica Ferreira abre o caminho para o Brasil

Jéssica Moreira Ferreira conquistou a primeira medalha brasileira do Mundial. A paulista terminou o contrarrelógio da classe WH3 na terceira posição.

O bronze veio na sexta-feira, primeiro dia de competição em Huntsville. A prova abriu a participação brasileira no campeonato e colocou o país no pódio logo na estreia.

O resultado também ganhou importância pela disputa dentro da própria classe. Jady Malavazzi terminou em quarto lugar, enquanto Mariana Garcia completou a prova na quinta colocação.

Assim, o Brasil colocou três atletas entre as cinco primeiras da WH3.

Victoria Barbosa volta ao pódio mundial

No sábado, Victoria Maria Barbosa repetiu o pódio brasileiro no contrarrelógio da classe C1.

A paranaense completou os 14,6 quilômetros em 27min28s96 e terminou na terceira posição. A australiana Tahlia Clayton-Goodie conquistou o ouro, com 22min47s22, enquanto a chinesa Wangwei Qian ficou com a prata, em 23min53s02.

Victoria chegou a Huntsville como uma das principais referências brasileiras. No Mundial de 2025, ela conquistou duas medalhas de prata, no contrarrelógio e na prova de resistência da C1.

O bronze deste ano mantém a atleta entre as protagonistas da categoria no cenário mundial.

Lauro Chaman fecha o contrarrelógio com outro bronze

Pouco depois, Lauro Chaman completou a coleção brasileira de medalhas no contrarrelógio.

O paulista conquistou o bronze na classe C5 com 36min05s17. O norte-americano Elouan Gardon venceu a prova, com 33min59s81, enquanto o neerlandês Daniel Gebru ficou com a prata, em 35min23s84.

O resultado reforça o peso de Chaman no paraciclismo internacional. O brasileiro chega ao Mundial como atual tricampeão mundial da prova de resistência C5, com títulos conquistados em 2017, 2021 e 2025.

Em 2025, Chaman conquistou o título mundial da resistência em Ronse, na Bélgica. Agora, ele terá novamente essa prova pela frente em Huntsville.

Brasil termina o contrarrelógio com três medalhas

Os três bronzes representam o desempenho brasileiro nas duas jornadas de contrarrelógio do Mundial.

A campanha começou com Jéssica Ferreira na sexta-feira e ganhou mais dois pódios no sábado, com Victoria Barbosa e Lauro Chaman.

Além das medalhas, outros brasileiros terminaram entre os melhores de suas respectivas categorias.

Jady Malavazzi ficou em quarto na WH3, enquanto Mariana Garcia terminou em quinto. Josiane Nowacki também alcançou a quinta posição na H4.

O Brasil ainda teve atletas competindo nas classes C1, C2, C4, C5, H2, H3, H4, H5, T1, T2 e B.

Quem são os brasileiros no Mundial de Paraciclismo

A delegação brasileira reúne 20 atletas com deficiência e uma pilota em Huntsville.

Entre os nomes convocados estão Jéssica Ferreira, Jady Malavazzi, Victoria Barbosa, Gilmara Sol do Rosário, Lauro Chaman, Sabrina Custódia da Silva e Josiane Nowacki.

A lista também inclui atletas nas classes de handbike, bicicletas convencionais, triciclos e tandem.

A variedade de classes mostra a dimensão da participação brasileira no Mundial e amplia as possibilidades de novos resultados durante os próximos dias.

Agora começam as provas de resistência

Com o fim dos contrarrelógios, o Mundial de Paraciclismo muda de formato neste domingo, 6 de setembro.

As provas de resistência começam neste domingo e continuam na segunda-feira, 7. O último dia também terá brasileiros no revezamento para handbikes.

Para o Brasil, a expectativa aumenta especialmente em torno de Lauro Chaman. O paulista chega à disputa como campeão mundial da resistência C5 em 2025 e buscará novamente um resultado de destaque em Huntsville.

Victoria Barbosa e os demais brasileiros também voltam à pista em busca de novos pódios.

Depois de três bronzes nos contrarrelógios, o Brasil ainda tem dois dias de competição para ampliar sua coleção de medalhas no Mundial.

Os resultados completos estão disponíveis no site.


Fotos divulgação 

Aviso de Direitos Autorais: Se você é o detentor dos direitos de alguma imagem utilizada nesta matéria, entre em contato conosco. Teremos o prazer de atribuir os devidos créditos ou, se preferir, remover o conteúdo imediatamente.

Além disso você também pode se interessar: