Ciclismo de estrada do Brasil está fora das Olimpíadas de Tóquio 2020

ciclismo estrada
País não consegue marcas exigidas pela União Ciclística Internacional e está fora da competição

Pela primeira vez desde as Olimpíadas de Montreal, em 1976, o Brasil não terá representantes nas provas de estrada do ciclismo. As vagas foram distribuídas de acordo com o ranking da União Ciclística Internacional (UCI), que regula a modalidade.

De acordo com as regras estabelecidas pela UCI, as 50 primeiras seleções no masculino e as 22 no feminino teriam direito a uma vaga por gênero. Na classificação individual, o ranking mundial também seria usado: os 200 melhores no masculino e as 100 primeiras no feminino garantiriam vaga em Tóquio.

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Foto reprodução

Como o Brasil não conseguiu manter nenhuma das marcas exigidas até o fechamento do ranking olímpico, no último dia 22 de outubro, o país não terá representantes no ciclismo de estrada na capital japonesa em 2020.

Quase lá

Quem mais se aproximou da classificação foi Flávia Oliveira. Sétima colocada na Rio 2016, ela é a 109ª do mundo. No ranking por países, o time feminino do Brasil é apenas o 40º.

Já no masculino, Rodrigo Nascimento é o melhor ranqueado do país, mas ainda mais distante da vaga. Ocupando a 705ª posição, ele ficou a apenas uma posição da segunda vaga destinada às Américas, com o 12º lugar no pan-americano da modalidade. O time masculino ocupava a 55ª posição até o fechamento do marcador.

Mais informações no site da UCI

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