Setembro Verde | Strava abraça a conscientização da doação de órgãos

Setembro Verde
Idealizadoras da ação, Patrícia Fonseca, transplantada de coração, Priscilla Pignolatti e Débora Reichert, ambas transplantadas renais farão um revezamento entre as modalidades do triathlon

Assim em homenagem ao Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, que é celebrado no dia 27 de setembro, o Strava, a principal plataforma para atletas e a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 66 milhões de atletas, abraçou a causa Setembro Verde e lançou em parceria com o trio de triatletas transplantadas Débora Reichert, Patrícia Fonseca e Priscilla Pignolatti o Desafio ‘Setembro Verde – Doando Vidas’.

Os participantes terão de 21 a 28 de setembro para completar três horas de atividade em qualquer uma das 32 modalidades disponíveis no Strava. Dessa maneira quem completar o desafio irá receber um badge digital exclusivo para sua coleção de conquistas do Strava.

O desafio

As atletas Patrícia Fonseca, transplantada de coração, Priscilla Pignolatti e Débora Reichert, igualmente transplantadas renais. Farão um triathlon de longa distância de revezamento. Assim cada uma cumprirá uma das modalidades: 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida para ajudar a divulgar o tema e inspirar mais pessoas a serem doadoras.

“Eu era a criança que ficava na arquibancada na educação física e depois que recebi um coração novo virei triatleta. A saúde que eu tenho e a energia que eu sinto hoje eu nunca senti antes”, afirma Patrícia Fonseca, transplantada do coração.

A realidade no pais

No Brasil, mais de 40 mil pessoas estão na fila por um transplante. Contudo o tema ainda é cercado de dúvidas e tabus. E nada melhor do que o esporte para ajudar a fazer uma mensagem ecoar e desmistificar um assunto tão importante. Especialmente durante este mês de conscientização sobre a doação de órgãos.

O relato de Débora Reichert, uma das atletas transplantadas de rim do trio que lidera esse desafio, é inspirador.

“Eu ficava cansada só de amarrar o cabelo. Depois do transplante veio aquela energia toda, que eu não sabia nem que existia. Aí comecei com a caminhada e três anos depois entrei no triathlon”. 

Outro depoimento que reforça a capacidade de pessoas transplantadas em praticar esporte de alto rendimento. É a história de Priscila Pignolatti, que semelhantemente teve um rim transplantados.

“Quando nado longas distância sempre lembro que antes do transplante não conseguia fazer 18 metros na piscina da academia sem precisar parar”, relembra.

É importante lembrar que para autorizar a doação de órgãos basta que um membro da família autorize. Por isso, conversar sobre o tema e manifestar o desejo de ser doador é fundamental.  

Acesse também o Clube Doando Vidas para saber mais sobre o Desafio de Patrícia, Priscilla e Débora, e a importância da doação de órgãos.

Além disso você também pode se interessar:
Medida acertada

Clique aqui e veja os descontos que nossos parceiros concede para nossa audiência!

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.