Anderson Ezequiel avança às quartas e fica em 17º no Mundial de BMX

Anderson Ezequiel

Campeonato foi disputado no último domingo (22/08) em Papendal, na Holanda

O brasileiro Anderson Ezequiel avançou até às quartas de final e ficou na 17ª colocação no Campeonato Mundial de BMX Racing, realizado neste domingo, na Holanda. A prova masculina teve o holandês Niek Kimmann chegando em primeiro lugar. Entre as mulheres, em primeiro lugar ficou com a britânica Bethany Shriever, atual campeã olímpica da modalidade.

Anderson Ezequiel começou o dia no Mundial de BMX disputando a quarta bateria eliminatória. Nesta, ele ficou em segundo lugar, com seis pontos, avançando às oitavas. Desta vez, no quinto e último grupo a entrar em ação, Andinho foi o quarto colocado, com quatro pontos, garantindo a última vaga às quartas de final. Na briga por uma vaga na semifinal, entretanto, o brasileiro terminou na quinta posição da segunda bateria, sendo, então, eliminado.

Brasileiros criticam organização por não poderem competir no Mundial mesmo com resultados negativos após testarem positivo

Na participação dos demais brasileiros, Pedro Queiroz, que estaria fazendo o seu primeiro mundial Elite, testou positivo para Covid-19 e acabou ficando fora da competição. Priscilla Stevaux e Bruno Cogo, que tiveram contato com Pedro e inicialmente também testaram positivo, repetiram os testes e, mesmo com resultados negativos, a organização não aceitou a participação dos brasileiros.

“Sem acreditar que meu primeiro Campeonato mundial como Elite não irei participar. Vinha fazendo uma temporada de muitos treinamentos intensos, com foco total para chegar da melhor forma possível neste Mundial, me dediquei ao máximo para isso, mas nunca sabemos o sentido da vida. Mesmo vacinado, testei positivo para Covid, isso me tirou fora do meu grande sonho. A ficha ainda não caiu…”, disse Pedro Queiroz nas redes sociais.

“Os organizadores mantiveram a posição de não me deixar competir e não me deixar fazer um teste de prova no laboratório do centro Papendal. Eles justificaram que desde que eu tive o primeiro teste positivo nenhum negativo depois poderia descartar o primeiro positivo. E que após o contato com alguém infectado (mesmo estando isolados dele) teríamos que esperar 5 dias em quarentena para repetir um teste válido para os organizadores do evento. Desde então estou muito frustrada, tem dado muito trabalho, muito investimento para poder subir no ranking que consequentemente ajuda no apoio financeiro. Infelizmente fui bloqueada por uma grande injustiça. Como podemos confiar nos testes que fazemos, já que somos pegos por engano depois de muitos testes?”, questionou Stevaux nas redes sociais.

Fotos divulgação UCI/Divulgação

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