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SRAM patenteia mudanças de marchas por voz e movimentos dos dedos

Você poderá mudar de marcha no futuro por meio do movimento dos dedos enquanto usa um par de luvas especiais ou mesmo por comando de voz, se os designs descritos em uma patente da SRAM publicada esta semana chegarem ao mercado.

Há algum tempo, a Sram fez uma revolução nas mudanças eletrônicas ao introduzir a tecnologia sem fio, que logo foi adotada pelos seus concorrentes. Agora, a SRAM busca ir além, transformando por completo a maneira como se aciona o sistema de transmissão das bicicletas.

Como sempre, lembre-se de que quando as marcas registram patentes, elas o fazem em primeiramente para evitar que seus concorrentes usem a mesma ideia. Isso não significa que eles estão desenvolvendo alguma coisa. É apenas uma ideia que pode ir adiante ou não.

Comando por gestos

Atualmente, a SRAM (patente US 11.703.118), está apresentando uma variedade de métodos inovadores para acionar as mudanças de bicicleta. Um desses métodos envolve o uso de luvas sensorizadas, capazes de detectar movimentos específicos dos dedos para o acionamento das mudanças. Esses movimentos incluem pressionar as pontas do dedo indicador e do polegar juntas, pressionar o dedo indicador contra a superfície do guidão ou mesmo hiperestender um dedo.

Estes comandos seriam harmonizados entre si, proporcionando ao ciclista diversas opções conforme suas preferências ou posição das mãos no guidão. A forma de operação seria similar aos grupos AXS modernos, isto é, usar a mão esquerda para aumentar as marchas, a mão direita para reduzir e ambas simultaneamente para alternar entre as coroas maiores e menores.

De fato, uma desvantagem dessa opção é a exigência de usar uma luva especial que aloja a eletrônica e uma pequena bateria para operar.

Comando por voz

No entanto, a SRAM também introduziu uma alternativa para contornar essa limitação do uso da luva, com o acionamento por voz, uma abordagem cada vez mais popular no mercado de eletrônicos. Nesse caso, seria como quando falamos com Alexa ou nosso celular para selecionar um canal na televisão ou tocar música.

Dessa maneira, pediríamos diretamente a bicicleta para “subir ou descer” uma velocidade através de um microfone que usaríamos em nossos capacetes. Embora seja necessário observar como a invenção se comporta na prática, como os momentos em que nos esforçamos e mal conseguimos falar.

Fotos divulgação

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